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O programa Move Brasil, iniciativa do governo federal voltada à renovação da frota de caminhões, já teria comprometido a totalidade dos R$ 9 bilhões destinados a empresas de transporte, restando aproximadamente R$ 1 bilhão disponíveis apenas para transportadores autônomos.
O mercado de galpões industriais e condomínios logísticos no Brasil vive um ciclo de crescimento acelerado, impulsionado por fatores econômicos e estratégicos.
A força-tarefa do governo federal para fiscalizar o mercado de combustíveis alcançou milhares de agentes em todo o país e passa a atuar diretamente sobre o elo da distribuição.
A eletrificação do transporte pesado ganha novas dimensões além da autonomia das baterias. Caminhões elétricos começam a receber versões e adaptações específicas para diferentes tipos de operação.
Com a publicação no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (25), entrou em vigor o novo Marco Legal do Combate ao Crime Organizado no Brasil (Lei nº 15.358/2026).
A discussão sobre a jornada de trabalho no modelo 6x1 tem ganhado força no Brasil e avançado também no campo jurídico e legislativo.
A frota de caminhões no Brasil segue entre as mais envelhecidas da América Latina, com cerca de meio milhão de veículos em circulação com mais de 25 anos de uso.
Uma semana após a edição da medida provisória que reforça a fiscalização do piso mínimo do frete, a Agência Nacional de Transportes Terrestres publicou duas resoluções que regulamentam as novas regras e detalham como funcionará o modelo de controle e penalidades no transporte rodoviário de cargas.
A quarta-feira (25/3) começou com uma mudança silenciosa e terminou com um recado direto ao mercado: o frete abaixo do piso mínimo não tem mais espaço no Brasil.





