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Danos causados por buracos, desníveis, pedras soltas e problemas de conservação das rodovias podem gerar direito à indenização para motoristas e transportadores.
A busca por maior eficiência operacional no transporte rodoviário de cargas passou a caminhar lado a lado com a preocupação ambiental.
As rodovias BR-116 e BR-324 terão uma nova administradora pelos próximos 30 anos.
A obrigatoriedade do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) para todas as operações de transporte rodoviário remunerado de cargas, em vigor desde 24 de maio, traz novos desafios para setores que dependem de elevado controle logístico, como o farmacêutico e o de produtos termossensíveis.
O custo do transporte rodoviário de cargas avançou de forma significativa em abril, refletindo a combinação entre o aumento dos combustíveis e a atualização dos pisos mínimos de frete.
Transportadores autônomos, cooperados e empresas do transporte rodoviário de cargas e passageiros já podem solicitar financiamento por meio da nova linha de crédito lançada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
A implantação das novas regras do CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte) voltou a gerar preocupação no setor de transporte rodoviário de cargas.
A nova edição do Índice CNT de Confiança do Transportador Rodoviário de Cargas já está sendo realizada e busca medir as expectativas dos empresários do setor em relação ao cenário econômico e às perspectivas para os próximos seis meses.
Durante a campanha Maio Amarelo, voltada à conscientização sobre segurança viária, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) reforçou a atuação do Centro Nacional de Supervisão Operacional (CNSO), estrutura responsável pelo monitoramento contínuo das rodovias e ferrovias concedidas no Brasil.
O crescimento dos acidentes envolvendo o transporte de cargas perigosas tem aumentado a preocupação no setor logístico brasileiro.



